O poder das conexões começa cedo ↩
Na escola, era líder de turma, organizadora de festas, das vaquinhas e da formatura. Sem saber, já exercitava três habilidades que seriam essenciais no futuro: comunicação, organização e mobilização de pessoas.
Dos 16 aos 20 anos, vieram os primeiros trabalhos como monitora de festas e viagens de formatura. Onde aprendeu algo que só o dia a dia ensina: lidar com pessoas e com imprevistos ao mesmo tempo.
Do evento ao corporativo: ampliando a visão ↩
O primeiro mergulho no marketing veio em uma produtora de eventos de música eletrônica. Experiências intensas, públicos diversos, bastidores caóticos e entregas memoráveis. Ali, entendeu o poder da experiência bem construída.
Depois, a virada para o mundo corporativo: em uma operadora de saúde se dedicou a comunicação interna, cultura organizacional e engajamento.
Foi quando aprendeu algo essencial:estratégia que não é bem comunicada, não existe na prática.
O dilema “generalista X especialista?” ↩
Veio a primeira demissão e o recomeço: freelas, confeitaria, infoprodutos, marketing, comercial, atendimento, operação!
Misture tudo e temos os questionamentos:
- Estou no caminho certo?
- Ser generalista é falta de foco?
- O mercado quer alguém “de tudo um pouco”?
A resposta não veio em um insight mágico. Veio com o tempo.
Transitar por diferentes áreas trouxe algo poderoso: visão 360º, autonomia e capacidade de conectar pontos que outras pessoas não enxergam.
Ser generalista não era falta de foco. Era construção de repertório!
A chegada na tecnologia e o desafio da liderança ↩
A entrada na Squadra marcou o início de um novo ciclo: o mercado de tecnologia. Um território novo, dinâmico, desafiador.
Em poucos meses a liderança veio como reconhecimento, mas também como teste.Porque ninguém ensina a ser líder na teoria. Você aprende na prática, no erro, na escuta, no desconforto.
Para Aglaia, liderar nunca foi sobre controle. O líder participa, contribui e assume responsabilidade com o time.
E talvez uma das frases que melhor traduzam seu estilo seja: Liderança é inspirar confiança, não medo.
Aprendizados que viraram filosofia de carreira ↩
Ao longo da trajetória, alguns princípios ficaram:
- Cultive relações – portas se abrem através das suas relações de confiança e rede de relacionamento.
- Seja confiável – entrega consistente cria reputação.
- Comunique o óbvio – o desalinhamento nasce no silêncio.
- Seja líder antes do cargo – liderança é atitude e chega como consequência.
- Arrisque-se – o caminho raramente é linear, esteja aberto e pronto para cair e levantar.
- Tenha visão de contexto – não se limite à sua caixinha, o mundo é muito grande e as possibilidades são infinitas.
E o principal: nem todo dia será incrível e tá tudo bem!
O que essa jornada diz sobre a Squadra? ↩
O SQ Journey existe para mostrar que a Squadra é feita de pessoas reais, com histórias plurais, recomeços, dúvidas e evolução constante.
A trajetória da Aglaia reforça algo que acreditamos muito por aqui: ninguém constrói uma carreira sozinho.
São as conexões, as trocas e até os tropeços que fazem tudo ganhar sentido lá na frente. O poder das conexões não está só no networking, mas na verdade, entrega e presença para construir relações.
Se você quer fazer parte de um lugar assim, o próximo capítulo da sua história começa aqui.
Vem construir sua jornada com a gente!